ENCOMENDAS

sexta-feira, 20 de abril de 2012

No Petits Oignons, em Paris, gentileza gera gentileza !

Clássico Escargot , gosto muito

Ontem encontrei com uma pessoa muito querida e que embarcara rumo à Paris na semana que vem. Pediu dicas pois há tempos não vai lá. Lembrei imediatamente desse lugar muito simpático AUX PETITS OIGNONS, um bistrot gourmand, no 20°.  Fora do circuito turístico, numa ruazinha tranquila, praticamente residencial, inclusive com mil avisos de SILÊNCIO POR FAVOR APÓS AS 22H00 EM RESPEITO À VIZINHANÇA. (Os bares da Vila Madalena deveriam tomar como exemplo. As multas são pesadíssimas e todos precisam entrar na linha. Mas o próprio dono mora em cima do restau e tem filhos pequenos e que precisam dormir também).
Muito bom tartare de St Jacques

Desde a reserva pelo telefone foram muito simpáticos e milagrosamente conseguimos parar o carro quase em frente, um fato muito, mas muito raro. Muito mais do que em São Paulo. Enquanto aguardávamos de pé, as bebidas eram servidas e logo nos acomodamos numa mesa apertada, o lugar estava apinhado de gente mas tudo sob controle.

Pedi Raia "au beurre", ótima

onde colado, colado, outras duas pessoas também se sentaram. Sorte que eram legais. Sorte vírgula, porque quando a noite promete ser boa, é boa até o fim. Muito bom atendimento, comida muito boa, preço justo.
Mesmo parecendo um prato dos Flinstones, esse Ossobuco estava muito saboroso. Nunca tinha visto esse corte 

Crème brulée. Claro que nem dei bola para a carambola!

O dono (à direita) trabalhou por anos no Favela, um restaurante "brasileiro" em Paris, e trouxe caipirinha para sua casa e todo savoir faire de receber bem ! Parisienses rabungentos ? Não esses !

Aux Petits Oignons ( não tem site, nem facebook, o dono ainda é analógico ) 
II rue Dupont de l´Eure ( esq. rue Orfila )
Paris 20°
aberto todos os dias das 20h as 2h 
( menos domingo e segunda)
tel 01 43 64 18 86

terça-feira, 10 de abril de 2012

Passando a Semana de Pessach

Neste período de Pessach - Páscoa Judaica - as restrições alimentares remetem ao periodo da saida do Egito e perseguição do faraó.
A empreitada no deserto era em constante fuga sem tempo para que o pão fermentasse. 
Então, simbolicamente não se come pão nem nada que leve fermento (massas, biscoitos, bolos) que são substituidos pela matzá e pela farinha dela. 
Por ser um "cracker" super neutro, podemos fazer variações sem comprometimento de sabor :
canapé de gravlax
pizza de atum
pizza de mussarela
com charosset ( "compota" de uvas passa, tãmara, nozes, avelãs e snoubar )

segunda-feira, 9 de abril de 2012

11 motivos para falar com a Irene

mini cuscuz paulista


1 - Preciso levar uma sobremesa de respeito para o almoço na sogra.
2 - Quero surpreender e levar um prato diferente para o almoço na casa de amigos.
3 - Receberei um grupo de amigos para jantar e quero um menu personalizado.
4 - Receberei um grupo de amigos, quero um menu personalizado e a Irene preparando na hora.
5 - Meus amigos e eu queremos ter uma aula de comida japonesa ( por exemplo ).
6 - Viajarei no feriado e gostaria de levar alguns pratos congelados.
7 - Minha empregada está de férias e a geladeira, vazia.
8 - Nessa semana preciso emagrecer e gostaria de receber kits de comida mais leve, saudável e que seja bastante apetitosa.
9 - Nessa semana minha família viajou, estou sozinho em casa e quero enfiar o pé na jaca.
10 - Não agüento mais a comida da empregada.
11 - Na verdade, não agüento mais a comida da minha mulher.





sexta-feira, 30 de março de 2012

Pedidos para Páscoa ! Reta final !

Receberemos somente até 3a , dia 03 de Abril ! 


Para conhecer nossas opções, clique em Páscoa ou link aqui: http://www.ireneueharagastro.com.br/p/cardapio-da-semana.html



Cuzcuz Paulista 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Roteiro de Formiguinha em Paris - só doces !

Pierre Hermé,  Ladurée, Fachon, Berthillon, Jacques Génin,
(Exclui o Gerard Mullot depois que soube de seu alinhamento à direita e apoio ao Le Pen). 

                                        
                         Macarrons imperdíveis de Pierre Hermé
Além dessas glamurosas, há muitas pâtisseries ( e boulangeries ) menos famosas e boas também, mas precisaria ficar ( sem grandes sacrificios ) mais tempo para vencer todas.

A Ladurée (http://www.laduree.fr/)  do Palais de Versailles, combina super com o lugar : decoração e produtos rococó, delicados, femininos, lindos, parecem que saíram do forno para servir Marie Antoniette.


caixinhas, potinhos, tudo mignon

A Fauchon (  http://www.fauchon.com ), super tradicional, localizada  na Place de la Madeleine, também é perdição, mas é muito procurado por ônibus e ônibus de turistas, vive lotada. Há mais do que chocolates e biscoitinhos , muitas coisinhas como chás, temperos da casa.


até o toldo tem charme


Bem ao lado, há uma loja só da Maille (http://www.maille.com ) com incontáveis tipos da mostarda mais famosa da França.Dá pra imaginar ?

Na Île de St Louis, coração de Paris, ao lado da Notre Dame,  há vários lugares  (pode ser um Salon de Thé ou uma portinha-literalmente- ) onde se encontra o melhor sorvete que já tomei na vida, desde que provei há muitos anos atrás :                                                      Maison Berthilon. http://www.berthillon.fr/
Quem se importava com o frio com um sorvete delicia daqueles ? 
Jacques Génin
Na minha opinião, hors concours.Vale um post dele sozinho. Num próximo.
http://jacquesgenin.fr/ 


                                 
Mil Folhas espetacular, montados na hora


domingo, 11 de março de 2012

Sobrevivendo a 11 horas de vôo


Comida de avião está cada vez pior.
Numa época achei que tinha melhorado, mas agora me convenci de novo que é ida sem volta.Há pouco tempo, li um artigo no jornal falando sobre isso e aproveitando (sempre) as filhas de cobaia, havia pedido além do normal, menu kasher e menu sem carne (peixes / frutos do mar). Só para experimentar.

Já comi kasher muito bom, e prefiro peixe do que carne. Então resolvi arriscar. 

Na ida e na volta, eu me divertia com a cara das comissárias  quando vinham trazer o pratinho kasher . Elas olhavam o número dos nossos assentos e o número marcado na bandeja e me olhavam  (inúmeras vezes para checar) e quando eu já ficava com pena,  finalmente pedia com a cara  mais natural do mundo : “é o kasher ? é aqui”.

A carne e legumes kasher fizeram minhas filhas terem um revival da comida da colônia de férias da Hebraica (não ficou claro se foi uma lembrança boa ou ruim). 

Porém, o peixe estava surpreendentemente bom, embora os legumes sem gosto de nada. 

Pão gelado é de chorar (independente do menu) – mas uma das minhas filhas improvisou uma técnica funcional para amenizar a tragédia : deixa-lo em cima (ainda coberto, claro) do prato quente por um tempinho.

Mas nada recuperou aquela salada de fruta passada e ninguém comeu a tortinha com sabor de que mesmo ? Do resto, só uma "tacinha" de vinho para apagar  e esquecer que houve uma época em que serviam Häagen-Dazs nesse vôo.

Para piorar, turbulência (das boas) no jantar todo. OMG.
Pensei em suspender na volta e pedir tudo normal e é claro, acabei esquecendo.Mas garanto que o catering parisiense é bem melhor.
E na pior das hipóteses, a manteiga e o camembert são Président.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Eu adoro Paris

Quem não adora ?
Mais do que se ver diante dos cartões postais clichês, como a Tour Eiffel, a Notre Dame, o Arco do Triunfo, se perder  pela cidade e simplesmente ficar num banco de um dos inúmeros parques já é um programa delicioso. Se estiver com um croissant, melhor ainda !
Foi minha primeira ida fora do verão europeu, quando a cidade  fica absurdamente lotada de turistas. Estava mais calma e por sorte, o friozão pesado tinha se esvaido na semana anterior e coincidiu também serem as férias escolares de inverno, quando muitos parisienses também aproveitam para viajar com as crianças.
Tem comércio que simplesmente fecha e coloca uma plaquinha na porta : VACANCES. 

Só falta o JE SUIS DESOLÉ.

Até Le Baratin estava fechado. Mas foi até bom porque acabei indo e conhecendo um outro, Les Petits Ognions, depois falo dele.  

Desta vez, estava indo com olhos e gula de cozinheira, então a programação era cultural e gastronômica, ( Louvre, Beaubourg, Versailles, Lafayette Gourmet, Jacques Génin... ), para adulto e criança.
Se bem que dentro do Bon Marché eu me sentia no PlayCenter.  


Fui anotando e documentando o que achava interessante (e frustante também).  
Paris é Paris. Vou e volto sempre já querendo programar o retorno.

Espero que curtam a viagem !